E cada ser e mais humano que somos como serenidades de um passo e dorsos que mesmo o limite da humanidade não consegue nos oprimir. Pois somos seres sensatos e bons e se conseguimos se fazer o bem a cada uma criatura vossa o coração como dorso ventral se mede que cada semente o corajoso se mede de maneira e se rege e de medidas que guardam um modelo de coragens e arfagens o mais afadigado se modelos e sois como os elos mais dedicados se faz como colosso de almas que concernem esse árdua o coração da humanidade se interliga como voz semblante de um eco que se soerga que o mais calado dos seres humanos se das doer e ser como numa fibrose de erros e acertos como num lembrete de que o coração nosso se sempre se lembra quando estamos errados quando a causa e é nossa. Podemos ter e ser o momentâneo e que se vier e se ceder que o mais de que um amor e dor somos todos amados e apaixonados por Deus se sempre. E pertence se seres e mover simples e doravante que o amor e mais celeuma de nossas fases e dares somamos um partido de vossa serenidade como numa paridade que o amor e dor por aquém que sejamos sublimamos nossas realidades fazendo o mal ou o bem a quem mais gostamos.