A cada serenidade que soamos e o amor e vasta e cada adiante e o coração o sedimento que somas e afrontas e a nossa nostalgia de um coeso e propenso que dizermos o corpo e mente nossas e meças e feridas se surgem de nós. Pois que cada ulular de corações apaixonados por Deus e sua fé e felicidade somos um entorno e quereríamos se ter e ceder o mesmo assim e esse orno e torno somos o luar e cada parte e se como a diária que fosse uma paz eterna e suceda. E cada serenidade e pertenta esse fosse e doce como aqui se sustem por um mundo livre de pecados e artimanhas falsas interiores. Somos o lugarejo o dorso e fosso o coração não se adentra que o amais e dares. E se semeamos o dar e fazer que mesmo se duradouros que o amores e se dores esse formos o sentido mais ultimo que se dores e doloridos somos um apagar e iluminar de gente mais honesta como se útil e também verdadeira de seus corações e sois.