Carta sobre a casa
São Paulo, 13 de maio de 2026
Caro e bom Teófilo, no dia de hoje falaremos sobre o assunto a casa. Esse coração e cada imersão somos um povo que luta por dias e noites intensas construindo e se incentivando para erguer um lar que vai se acomodar uma nova família e lá vai morar seus componentes e lá viver o resto de suas vidas ou boa parte delas, e estamos falando da palavra casa. Por longos anos aqui no Brasil as famílias lutam dia após dia para conseguirem comprar seu cantinho e lá habitarem com amor e harmonia com seus filhos e filhas os habitantes desse lindo e grande país. E temos um déficit enorme de várias famílias que vivem em casas alugadas ou subumanas e de condições de vida quem não se podem se chamar de dignas de verdade. E temos aqui no Brasil quase dezessete milhões de brasileiros que vivem em favelas e que temos mais de treze mil e quinhentas favelas por todo o território brasileiro e temos um contingente ainda maior de pessoas que vivem em casas alugadas com salários que mal pagam o mês e temos ainda outros dividendos a se pagar como água, luz e derivados. E na realidade somos um país desigual que favorece os ricos e empobrece cada vez mais os pobres. E essa balança fica se distanciando cada vez mais no imposto de renda cobrado todos os anos no bolso e de cada contribuinte. Pois a moradia é para muitos um dos únicos bens que a maioria dos brasileiros tem de verdade nessa realidade. E consecutivos que somos morar está na constituição e no mundo inteiro e em nosso planeta temos um grande déficit de pessoas sem casas ou em condições exorbitantes de moradia e muitos somente conseguem sobreviver ou apenas tem para se passar o mês. E temos que lutar nas nossas prefeituras e governos para aprovar projetos que favoreçam as populações marginalizadas por aqueles que tem o poder socioeconômico sereno e vasto. Precisamos dar empregos que remunerem de verdade aos trabalhadores conforme eles precisem de serenidade. Nesta certeza que temos desse mundo o corpo e mente das pessoas que recebem um salário indigno está doente pois o nosso país o Brasil desde que foi emancipado tem uma indiferença para com quase todos os seus moradores e habitantes desfavorecendo a muitos de nós e que até mesmo as mulheres que representam mais da metade da nossa população somente agora esse paradigma está começando a mudar. Basta e entender esse mundo nosso que temos de dar a população condições dignas de atender a população e cada versatilidade. Pois o coração que se faz e atinge o correr contra a vertigem que nos faz e das que o sabor que amarga nossos passos é que os governantes fecham os ouvidos ao coração palpitante do público. E se cada um se unir num involucro o reunir cada um numa serenidade que dizer não e queremos moradia, trabalho, estudo e saúde para nós e nossos filhos de qualidade assim teremos de ver e ouvir. Pois o coração da humanidade somos nós todos seres humanos e cada chama de felicidade e que queremos se faz e das que esse amor por nós que Deus nos sente. E se quando conseguirmos nosso lar e depois de que o sucesso se fizer que o lar for nosso a alegria sincera e terna se fará de cada um baluarte e que o coração de cada um ser humano se atingir de um dorso de que o capaz e nós somos de verter e reconhecer somos nós todos capazes e de compreender que o amor pode nos fazer campeões de várias fortalezas até mesmo da fome e miséria, e que seremos todos vencedores dessa corrida que o cume nos impôs. E o silêncio que muitos hoje estão achemos de uma profundidade que o imergir que se sentirmos se faz de uma torrente que somos nós todos sempre capazes de fazer sempre o bem por que esse é o caminho mais correto e melhor que temos e ser. Pois quando no futuro nossos filhos perguntarem o que nossos pais fizeram por nós eles se lembraram dessa luta pela moradia que eles ganharam trabalhando duramente durante os anos de labuta com luta e conduta por seus corações amados e dispersados com amor e voz recorrentes. E caros leitores e se vozes que destoam como o lar não há Deus maior que irá provar. Creia no talento de vocês pois o amor e verdade podem prevalecer, sejam muito felizes e contentes.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)