Carta sobre a terra
São Paulo, 10 de maio de 2026
Caro e bom Teófilo o assunto de hoje será a terra. Somos o coração do mundo a humanidade se somos gerados com muito amor e caridade. E que queremos ter e ser como humanos e seres somos cada humanidade serena e vasta que esse mundo nosso se faz e vasta cada gerar esse mundo num involucro se arredio como num monte de ideais e cada uma conjectura de nossos corações e realidades geradas. Podemos ter a sensação que o maior dos nossos tesouros que temos de cuidar é a terra nossa casa e báculo celeste. E vencemos nossos interiores corações cuidando bem do que é nosso como plantar e construir tudo o que favorece a nós a humanidade esse nosso todo gênero a coincidir que o mundo nosso se transforma num filete e se digno lugar ser esse mundo num melhor ter. Somos compassionados que mesmo vivendo sobre a terra muitos a nem respeitam e fazem coisas que são contra sua índole do amar. Podemos ter a certeza que plantando e colhendo com amor e carisma somos um mundo pró e melhor com ela. E somatória que esse mundo somente é o que é por causa da terra somos levados à vontade e de conservar ela e fazer dela o nosso melhor propósito humano e também divino. Pois cada ser humano tem uma responsabilidade ao nascer e outra até o dia de padecer também que é socializar tudo o que se faz de acordo com a mãe natureza. Pois somos seres bons mais também falhos que o coração nossos se dedica que o amais e fases se os nossos cordiais seres e alfazemas que destilam o amor e não a dor são nossos compassos que deleitamos o medo da terra responder as mazelas dos homens podem ser um descompasso sincero e ingrato. E cada ser e entender que o surgimento que o coração se faz e agita o momento o compreender que o corpóreo assunto que nos entremeter que somos nós todos dependentes da terra a se sobreviver. A esse momento se volver o assunto o movimento que assuntamos o sereno que o ser e mais humano nosso amor por e pela terra se faz e adjacente que se ser. E cada ser e mais assintomático que dormentes são nossos compassos silentes o medo de que a terra sofra os desmazelos e entraves do progresso e dinamismo humanos nos faz ter medo que um dia a humanidade destrua tudo de bom o que Deus de graça nos deu e assim acabar com essa linda alegria que é a Terra nossa casa patriarcal pois muitos cientistas fazem diversas pregações falando em e que no ano tal e qual vai sem o fim de nosso caro e raro planeta. Mais não precisamos acreditar em tudo o que a internet e as revistas dizem pois muitos querem apenas encher o bolso com sensacionalismo alheio e mais nada. E essa receita de bolo que o forno vai torrar o condimento e o bolo vai entortar não é tão certa assim. Para salvarmos o planeta de verdade e diminuirmos a temperatura global da terra de verdade precisamos plantar trinta trilhões de plantas e árvores ao redor dos cinco continentes existentes como formas de dissipar o aquecimento global de verdade. E que pretendemos diminuir o consumo de petróleo, gás e carvão pelo planeta todo. E assim quando o nosso amor pela humanidade for igual ao mesmo que sentirmos por nossos parentes então aí teremos uma nova chance de que o coração do homem será tanto apaixonante que o amor de Deus pelos homens como uma flâmula de paz e perdão. Seja qual for o destino da terra não nos esquecemos o planeta é um e nós também e essa vida nossa tem de ser vivida com intenso amor e alegria pois não sabemos o dia de amanhã e aquele e que tudo sabe e diz e é Deus, e nos conduz ao caminho da paz e misericórdia e felicidade como amor único e de uma temeridade e de caminho e paz singulares. Pois o nosso destino não é somente este planeta terra e sim a outra terra que nos é destinada que é o paraíso. Ser de uma terra linda dessa que é o Brasil deveríamos cuidar melhor daqueles todos que nos são amados demais pois o mundo pode passar mais nossas almas são eternas aqui e para sempre. Tem e para se sempre que o amor de Deus ser e querer que sermos todos nós se que o coração se faz como páginas da vida que não terminam nunca e o corajoso amor por Deus se intercala de uma voz que ressoa por todos os cantos do planeta Terra. Todos somos terráqueos dessa linda esfera azul nossa.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)