Carta sobre o tecido
São Paulo, 9 de abril de 2026
Querido e bom Teófilo, fiquei um tempo sem conversar com você mais hoje retornamos com um novo assunto e se chama o tecido. Nossa sociedade e mais que humana começou os tempos passados a usar esse termo desde Adão e Eva mais isso começou a ganhar destaque com as populações diversas que evoluíram e muito com essa diversificação e esse modelo e ser chamado tecido forjou e se adequou em vários seres e corpos de várias idades e também povos. Pois o tecido sem este não vivermos pois vivemos numa sociedade em que ele é extremamente de cerne confiança que temos modelos de diversas categorias e sentidos que nos dão maior expertise sincero e necessário a cada dia neste mundo. E temos um cerne de vários estilistas que inventam diversas roupas com vários tipos de tecidos que usamos sem cessar e uns nos deixam mais bonitos e outros não. E saber entender a cabeça das mulheres elas sim entendem de moda e como usar as roupas e os melhores tecidos para uma festa ou uma missa por exemplo se ser simples também. Temos com ao tecido uma infinita gama de cores e suas roupas a serem confeccionadas a que se serem feitas. Pois o dia inteiro menos em algumas horas especificas como o namoro ou o banho estamos usando os tecidos em suas diversas formas e sedimentos. E cada sedimento singular que temos de ser e se sentir a roupa cabe conforme o gosto que se refere. Tendemos que assim entender que o tecido pode ter diversas saliências podendo ser suave, médio ou grosso por assim se dizer. Podemos ter em cada um dos cinco continentes diversos povos e nações que se estabelecem que de diversas maneiras arquejando e então se desenvolvendo em suas sociedades se cada um ser para suas avançadas formas com muito ardor e paz até algumas. Basta que entretelar a modéstia de alguns são e somos quase todos nós a mudar de tecido ou roupa conforme as estações do ano. E esse diversificado entendimento de nosso ser nos enleva que cada parte de nossos corpos são colocados conforme nossas silhuetas diversas. Passar que cada espaço tracejado desde uma camisa personalizada até um vestido feminino cor azul transpassado de cores flamejantes o coloro amento que nós damos a cada roupa se deriva de cada um gosto tanto feminil quanto varonil pois nós homens e também as mulheres nascemos e crescemos com gostos peculiares diferentes total por roupas que nos cabem em particular cada um com sua roupa. E esse creditar e o amor pelo tecido é se fazer apaixonado por si mesmo pois somos todos queridos muitas vezes pelo que vestimos mais do que pensamos. E essa verticalidade se faz presente de um meio mais sutil que muitas vezes gastamos boa parte de nosso suor salário do mês e então compramos aquela roupa cara daquela boutique no shopping ípsilon. Pois muitos de nós somos apaixonados por roupas e tendemos a comprar e mais e mais e sedentos desse amor corporal e visual ainda mais somos como seres irracionais que buscam saciar essa sede de roupas que nos invade a alma mais que no final do mês a fatura do cartão de crédito nos chama a atenção. E cada realidade que torcemos a verdade acreditar a roupa sempre consumirá parte de nossos rendimentos se sempre pois se somos seres de que se vivemos numa sociedade temos de querer se aproximar dos outros com sutileza e vivência. E esse viver se baseia em querer esse ser benquisto por muitos e muitas que o coração nosso se tangência que esse amor e doar que o dinheiro não compra felicidade mais ajuda ela a chegar um pouco próximo de nossos corações humanos. E depende de nós achar essa chave que o derivar de vozes que o mundo nosso humano não será mais levado pelo que você veste mais sim pelo que pensa. Pois esse mundo ainda está longe disso, contudo o coração nosso se luta como permuta todos os dias por mais e maior meio e lugar em que a humanidade fará do tecido um irmão e não mais um objeto de uso particular que somente tem acesso a ele quem possui artifício financeiro e que ocupa de cada langor de uma campina um verdejante espaço de saber dar e falar. E que fica claro caro leitor e leitora e também Teófilo, vocês estão usando um tecido agora e que tudo é para o bem e não ao contrário de vocês pois precisamos estruturar nossas forças exteriores pelos interiores que o amor e âmbar nos faz de cada disser que o amor é nossa maior alegria e fonte de todo o coração. Sejas vocês o consolo de cada um passo. Tudo certo para quem veste certo.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)