Carta sobre o vento
São Paulo, 4 de maio de 2026
Caro e conivente Teófilo, no dia de hoje falaremos sobre o vento. A natureza tem seus talentos e tempos e que coincido o cerco e inércias que lamentamos todos os dias que jogamos ao vento toda a sorte de talentos e volúpia. E queremos se estar e presente e se sorrir que o amor de Deus se nos resta ao partir. Podemos nos nutrir que o coração e unção soa que como uma ninfa dos florestais medos como uma corsa que floreia com seu canto magistral que nunca quer ser domesticada por seu dono. E cada aparato de uma secante que usamos o ser e ter que como passantes de um crer e se ceder somos nós filhos das selvas e das pedras sedimentadas esse amor sufocado pela dor e amor que o vento leva para aonde sopra esse calcetar que vozes do trelendo se tremeluziam de cada verses. O coeso e propenso de que a nutrida se querer e o ser e mais numérico e humano nosso somos forjados na bigorna da felicidade e requerente vivaz que o amor e cada dor retinta nossa se faz querer, sem cessar se passar. Nesta vida humana seja curta ou longa se faz passar o vento das boas sortes que o tempo não pode apagar. E nutridos de um só coração se esmaecem que o vitelino e cercado vítreo esse e fosse a audácia parentados e não com o corpo achado salgado e viço e o solapar e ser mais humano e de cada limando esse ser. Pois que mesmo o patíbulo menos sagrado o cume de um silêncio se faz propenderam-te somos nós a colcha do retalho que este vento de o amor Deus nos faz perseverantes na fé e felicidade e também. E como o vento leva e também traz tenhamos uma fé enraizada em Deus Pai pois este e Ele é a única e forte força que nos atenua de que o coração mais apaixonado do verso se faz com piedade e caridade serenas e sigmas e dignas. Passos e passos que luar a certeza que esse amor se nosso se o jargão que nossos passos e laços se interdizemos que o amor e dor são nossas alfazemas duradoura de um pôr e tendentes passos que esse sentindo o coração nosso não pode parar no meio dessa jornada interpessoal. E o amor e mais másculo e nossos passos somos como frenesi que o temor e ceder que esse amor de vencer cada selante e amais meandro de que formamos nós seres humanos um compasso que surreal o destino da nossa germinal paz se faz de um coração mais reto e trivial de ser e querer. Nesta olhada de quereres e reverteres te também somos um unívoco se saber que o vento que nos guia a vida eterna é o da compaixão também. Por mais que soframos nas mãos dos seres humanos que nos oprimam não devemos desgostar e não muito menos gostar deles e sim amar com o coração de uma alegria que o amor pelo próximo possa valer até mesmo quem nos antipatiza. E a forma que esse vento de fé e esperança nos traz dias melhores esperemos de Deus uma boa nova e façamos desse amor novo uma nova realidade em Deus Pai que não cessa de nos dar todos os dias uma nova chance de vencer todo mal e recriar do fundo e de nosso poço pessoal uma nova criatura sedenta de paz e alegria como fundamentos seremos e sociais que ainda vale a pena viver pela liberdade e vida eterna nesse mundo nosso laico hoje. E Jesus seja seu caminho e paz e arte pois podemos todos errar mais admitir o erro e começar a acertar isso sim é prova que você é mais que um ser humano e sim um super-humano que tem qualidades que nenhum outro jamais teve na terra pois agora tens a capacidade de fazer o bem sem olhar e a aquém. Seja feliz pois a vida é feita de noventa e nove por cento de provações e um por cento de felicidade e creia, tu és filho da paz e misericórdia e não do pecado e do mal, e quando alguém lhe ameaçar ou lhe bater perdoe pois não sabe o que faz e se sabe reze pela conversão deste. Creia Deus é fiel e justo é o seu amor. Pois ninguém nasceu para não se salvar e sim resplandecer para pertencer todos nós ao céu. E fica a dica: amar é sempre perdoar não importa a quem.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)