Carta sobre ser real
São Paulo, 22 de abril de 2026
Caro e bondoso Teófilo o dia de hoje falaremos sobre o termo ser real. E cada pessoa que se destaca em nossa sociedade se difere de cada um ser como um torpor de seus diafragmas. Passamos o filete que fez e faz que somos nós todas criaturas que dispendemos se cada horizonte de ser real neste mundo nosso se coaduna um espaço o coração nosso se equipara de que o corpo e nossa alma com um equiparar nossa altercada vida e vivência de um seleto viver e sido. A ter e crer e ser a humanidade não está preparada a desenvolver o ser real para se tornar como tal. Pois desenvolvemos ao longo dos séculos um caminho de autodefesa e segurança interior que nos separam dessa frutuosa realidade mais humana e que material. E divergimos esse mundo nosso cativo o amor e não a dor nos torna seres reais de um ser real. Pois cada sereno esse ser como silêncio somos levantados dessa dicotomia serenada e cerebral os grandes pensadores da humanidade de descobriram há vários séculos e que habitam o continente incólume e venturoso das mentes nossas humanas. E esse passa e ser e real são duas palavras diferentes não é, pois, para você existir primeiro você tem de ser real. E então isso forma um casamento eterno e completo e termina somente e com o céu. Pois cada ser e humano se sinta feliz isso não é ilusão e muito menos alucinações e nem delírios mentais. O ato de ser e realidade são coisas lindas e faz e de nós seres humanos completos o Norte de cada ferida que o amor e calor são as nossas mantas distas que convicta a mente mais humana de que cada serenidade e o arcabouço da humanidade termina com o paraíso celeste. Derrocadas de que viver e se o coração somente existe a partir de dois sentidos sendo a diástole e a sístole e nada mais. E tudo na natureza tanto humana e divina tem a lei do torno e retorno pois tudo o que fazemos tem um começo e meio e fim pois se isso não existisse todas as leis tanto humanas quanto divinas entrariam em anarquia ventral. E discerníamos que o amor e dor também fazem parte do ser real. Pois graças a esses dois lindos sentidos é que estamos vivos e hoje existe a Terra e os Céus. Pois para mesmo um homem ou mulher e mesmo que não tenha estudado a sagrada escritura sabe que ela é sagrada mesmo assim. E termos de entender que o coração de Deus é a felicidade eterna. O cada entende-te que serenemos esse mundo nosso a terra vai passar e o homem se cuidar muito bem daqui vai herdar seus frutos todos. E precisamos suprimir os nossos pensamentos negativos para que o ser real possa existir com toda a sua força e nossas alegrias sejam verdadeiras e férteis. Pois possamos anunciar que esse mundo nosso tem jeito a nossa maior parte estamos e dispersas e colidindo com o sono e nos trânsitos com nossos carros e motos. E tenhamos paciência que divergimos que o horizonte de que desferes ao saber o coração nosso se faz sentir que somos humanos por demais o sentido verdadeiro do amor se nutre de uma fé semelhante a trilhões de grãos de mostardas aquém que se apegam de plantar mais poucos requerem de colher. Ser e sentidos que avançamos esse mover e de mundos de corações somos um povo machucado pelos alastro de que a maresia de um amor se torna humana e divina quando o ardor e de um só homem modifica toda a história da humanidade com um simples pincel ou um teclado de computador. E escolhemos sempre esse amor apartando de nossos olhares o coração se anula e de suas vozes plantando suas rezes que o pleito de um respeito se surge de um passo mais disto e modesto. Sejamos mais honestos conosco mesmo e depois com o resto do mundo. Ser real para real ser. Isto é bom para até quem ainda duvida.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)