Somos todos nós passageiros e deste mundo extraordinário chamado de humanidade e a frenesi dessa vida longa ou curta nos dissocia de que um coração puro e ou nobre nos alavancamos desse ver e reter que o medo de ser feliz se chateia ou deixa de se socializar esse mundo pessoal e até a felicidade de alguns e se exagera a presteza de outros pois somos humanos demais nesse horizonte chamado de incerteza pessoal. Para que o coração nosso se estabeleça numa derivada paz e alma dos outros somos o corpo e mente divididos o tempo não deriva e nem divide apenas passa pelo nosso presente diretivo e sideral.