Ser o coração e se formos usineiros de cada um volutear que perdemos o sensato amor e de um verbo que saciemos se cada ser e mais humano ainda de se quer. E, pois, sequer o amor e cordiais se fazes que o continente e que dores e dormes são os nossos compassos o onerar corações divisores de fases e crases que temos como uma vitrine e cernes e diverges a mais nossa nova dispersão que o coração humano possa superar a famosa morte natural. E o fomento e famoso dia em que deixamos essa vida a passar a divina somos como gondolas de um compasso sideral que momentaneamente se diz forçado a amar e perdoar não somente nossos inimigos mais inclusive os nossos e mais simples e bonitos e também os nossos amigos do fundo do peito e se assim agimos com perspicácia de um amor reto e jovial.