Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

Carta sobre a loucura

São Paulo, 14 de março de 2026

Caro e bom Teófilo o assunto de hoje delimitado será sobre a loucura. E cada ser humano se esquiva ou dá suas diretivas mais algum momento de nossas vidas passamos por isto. Pois o homem tem três partes que compõem a mente humana: a verdade, a mentira e a loucura. E que dessas três a que menos podermos compreender é essa terceira e que muitas casas e lares brasileiros se lotam de pessoas incompreendidas por seus pais e mãe e filhos que passam por um ou até vários problemas de loucura todos os dias em suas vidas. E os consultórios dos psicanalistas e também psiquiatras hoje estão lotados demais. E a cada ano nas faculdades tanto públicas quanto privadas se formam médicos que não dão conta do legado de pacientes doentes que surgem não a anos e sim por meses excedidos. Precisamos de que dermos uma chance a nossos psicólogos e conversemos com eles sobre nossos assuntos particulares. E quando um ser humano se chega ao passo da loucura muitas fases ele se entrou antes de começar a ir até atingir esse cume. O poder que temos de ser mais humanos se demais somos o coração que atingimos cada possessivo ardor o coração nosso morre cada vez que ficamos incapacitados e de verter e resolver assim nossos problemas mentais e físicos até. E equiparamos e ter que esse amor pela loucura que alguns tem é até ser considerado uma ciência a alguns. Pois para alguns tudo se torna loucura quando estamos em um movimento de inércia e o amor e dor também se encontram assim em cada um ver e resolver de seus silêncios sepulcrais. E cada chama que exala um perfume de incertezas somos o nosso passo mais lindo o disser e ser o amor corre e resolve quase todas as nossas atitudes loucas de ser e ver. Precisamos hoje tomar aquela vacina e que vai nos indicar que o coração não vai logo parar e de funcionar e que nossos medos mais interiores não descairão de medo de cedo. Mais de crer que nesta vida inteira passamos por pessoas loucas e sãs. E o médico jamais te chamará de louco e te dará um termo médico a isso. Pois como num lance e nuance que o ermo e termo se aguerrido de que a claustra que vossa amada se é ser temperamos mais amar adoçar uma simples xicara de café que um beijo doce de um final de dia em sua mulher amada e muito querida. E queremos verter e ser este sazonal se ter que este universo se nosso faço tudo que como posso. Nesta realidade brasileira nossa é difícil não perder a estribeira e o coração reto como quando o corpo se torna incorreto. E cada madeixa e de sequer que os cervos e servos e versos mais doces se esvaem de um limiar de vozes roucas de um vem e bem querer. E se esse querer de que o amor e mundo são amigos então tomemos esse nosso chá das cinco e façamos uma janta simples ao contrário de uma santa pizza que preferimos comer todo os santos sábados em nossos divinos lares brasileiros. E motivos temos então de apaziguar essa relva de que cada ultimato de vozes serenas temos de compreender que cada sintagma de versos pautados somos nós numa redoma de amores vencidos. E fica você caro leitor responsável por sua sanidade e a deixa dessa linda poesia escritural nos faça reger um suflê de corações amanteigados a manteiga mais salgada possa saber amar um pão todo doce e amoroso de um corpo sentido e amado por ser. E a mais doce loucura faça você ler com uma pouco de doçura e também loucura está linda carta escrita decorrente agora.

Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 14/03/2026
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