Carta sobre a ternura
São Paulo, 13 de março de 2026
Caro e bom Teófilo hoje o assunto tratado será sobre a ternura. Temos nessa alvorada de temas e problemas o incentivo a usar nossas palavras e ditos populares como cernes de compassos de laços de que o amor e dor são nossas vozes altaneiras de com e amor e dons de fases que enternecemos de nossos amores interiores. E a partir do dogmatismo que surgimos de um elo mais fortuito e surge de cada elo e flagelos e surtimos como força propagadora de nossos compassos mais urgentes e tementes o amor pelo próximo ou mais cônjuge querido o coração irradiante. Podemos ter e ceder que o amar e doar são verbos diferentes e nem mesmo a perda deles pode parar nossas vidas incorruptivelmente pois nosso destino é alfinetado de forças de paz e guerra de e dentro de nós todos. E tendemos a praticar sentimentos nobres e leais com concomitâncias serenas e vastas deste nosso mundo altercado chamado de sorte e nem mesmo os mais sortudos dos homens pode um dia se ceder e viver um dia de procrastinações elementares e feris e que mesmo assim seus versos mais dóceis se tornem ásperos e cruéis. Pode que se é o homem mais inteligente do mundo ter também o seu dia de fúria e o lamento de poucos e gentis se orna e torna o coração de muitos e ornais. Pois cadenciamos que levamos e cada benfazeja retornada até aquela garrafa para ser reciclada a ternura de nossos compassos se torna útil e até as vezes feril. E tendemos a aquecer as fornalhas de nossas pizzas e que nem mesmo lembrando nem a metade daquele verbo chato decorado nas escolas somos nós corajosos de fluentes que esse medo de um mundo melhor chacoalhado por seus instintos. Somemos todos os nossos defeitos singulares e completemos como nossas verdades e qualidades e assim teremos um âmbar de sinestesias de ternuras divinas pois assim nos salvamos do purgatório de nossas almas e nós levamos nossa salvação efêmera e pessoal. E queremos ter e ceder que nem mesmo o mais bronco dos homens consegue resistir a uma mulher que os recebe com ternura nos olhos e coração aberto a um lindo e reservado diálogo. Como assim que destemidos de que o vergalhão de que sentimos que nossas diversidades interiores nos moldam mais fáceis que os outros homens e que somamos mais retos que complexos disso. Pode de se fazer o bem que medimos amais que corremos serenais. E tendemos a aprender mais que perder quando mais ouvimos do que falamos as palavras das outras pessoas. E querer sermos resilientes e que o verter mais silogístico que mantemos uma mente mais rica em amar e perdoar pois isso é mais difícil de engolirmos e anestesiamos em nossas almas e cada perdão dado é cinco passos de realização dados na vida humana. Pois querer é poder e que o mesmo que fazermos aos outros é o mesmo que queremos que os outros façam a nós também. E essa síntese de amar e querer fazer o bem devemos tudo a um único ser e Criador: Deus. E sejamos mais hospitaleiros com nossos amigos e vizinhos pois não sabemos ao dia de amanhã e cada verdade seja dita e bendita que o amor não fique de e trás da cortina dos atores desta verdadeira peça chamada de vida. E você caro leitor não esqueça de ter ternura sempre com tudo e todos pois assim esse caminho é mais fácil para todas as suas vitórias e ser feliz sempre e não somente duas ou três vezes em sua vida. Tudo acontece por providência divina e que o amor e não a dor vençam todas as batalhas dessa nossa jornada de vida. Seja feliz.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)