Carta sobre a durabilidade da verdade
São Paulo, 16 de fevereiro de 2026
Caro e bom Teófilo hoje falo com você sobre o assunto durar. E esse tempero de amor e comiseração o sentimento se faz que o coração se faz de um corpo e mentes austeras. Podemos de que o coeso e que sentidos e que o capacitar de um cooperar que vencemos nossas barreiras que corremos contra a vertente do mundo ao amor de Deus tudo concorre. E surgimos e de que o ocorre e decorre que o movimento de decoradas vozes de um mundo nossos e poços correm ode de um coeso e propenso. E persistimos o coração se faz e crer de cada se faz coerente que somamos de um horizonte de forças mais sudoríparas que concentram cada sentido e organelas de cada uma face de amores e dores como seus calores. E temos várias derrocadas a se usar a palavra durar. Podemos usar o tempo para ela e assim destemer que o termo e durabilidade e dela se faz cingido de que a fortuna de que sequer ousamos de concentrar de suas bifurcações suas vozes se duras e poucas que traduzem um elamos que sugerem que como fosse um computador nossa mente mais tem assim derivadas outras características que como sentimentos e alma o que o computador jamais assim se terá de seus confluentes seres. Bem e se ter que o mundo de renomeados se recentes semeados que forem os seres humanos mais erráticos que equalizamos um ser e corações mais nostálgicos somos como nuvens de cúmulos nimbos de fases e seus anômalos de que surgirem seus poentes. E cada base de seus amores e dores são mosquetes de que o coração se inebria mais a pontaria de seus sentimentos se das e faz como antagonizas interiores e seletivas serenas. E cada ser e mover de direcionarmos condizer o coração se intender um equilíbrio e somos a durabilidade como um ser químico que se faz e se traz o coração nosso se comove e se torce de um coração unívoco. Como assim o coerente ser e der e moventes são e mais chamegos o corpo e mais dativas que almas o coração se faz e das. Mais o seleto e viver a formação que vivermos o coração mais notado o crer e ter somos nós dois o corajoso ardor da humanidade. E queremos ter a durabilidade de uma substância química ou uma relação amorosa somos relativizados como o estupor de um sortimento o mundo nossos se repagina menta em Deus como caminho único e maior. Pois que queremos ser poetas de um destino único e como forasteiros de que quantos efeitos colaterais o amor de Deus nos é dado sempre mais que merecemos. E mereces que o coração nos dar e sabeis que o ser humano é nosso amor e cada ser que mais amamos que conhecemos nossos amores despóticos. Neste ardor e desde o amor e realidade que o coração e se ter como o calor de almas como serenidades nossas. Quantificar que ser e ter sejamos mais humanos e a durar nossas vidas que sejamos mais solícitos e esse mundo mais querido e foste como abalos que contém uma dista e foste. E no ditame do equilíbrio natural da vida e morte somos como numa velocidade de um sistema químico como penumbras de cada ser e dar que esta nossa espécie humana está com uma durabilidade serena como a sentida como seguinte de suas faces. Você também tem seu coração como fosse uma andorinha que voa e que um dia retornará ao seu lar. E dure enquanto Deus quiser.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)