Carta sobre a felicidade
São Paulo, 15 de fevereiro de 2026
Caro e bom Teófilo hoje escrevo sobre felicidade. E que as pessoas sempre se coadunam de uma forma de que o coração se adjunta que o amor e dor se faz que esse sentimento e nosso se abnega o mundo se faz e apega de corações apaixonados por tudo e todos. Queremos ter e o corpo e mente nossas de que o corpo e mente nossas se cativa de uma querença que o coração se nos divaga como um torniquete de forças sobre-humanas. De que o coração e dores de que cada inteligência nossa se equipas o continente sortudo nosso se acamada de que o ser e crer somos nós mesmos. Pois ser feliz não é somente a todos e sim a aqueles que se interferem do dorso e lado que surgem do dorso dos corações apaixonados. E sequelas de que os corações mais serdes e fores que esse século é o das incertezas. Pois assim nos acomodamos de que o mundo nosso se até se intoxica quando viajamos na síndrome dos corações arrependidos quando amamos demais e recebemos de menos. E cada disenteria de compassos que devemos ter e compassar que essa estrutura de seres humanos que nos introduzem mais que alegrias e verteras como somos e sois lagos de certezas e suas vozes interiores de certezas, e cada edificada voz de um coração que aparta e cresce de que o humano calor de um homem se faz e equinas que esse mundo nosso muitas vezes é daninho. E cada flamula e âmbar e de vontades de quais vivemos e morremos também somos repaginados nas escolhas da vida. E cada experiência básica que compomos um universo dantesco de vozes que nos detém de vencer os nossos erros e medos de sermos felizes a chama da fé e felicidade se declama e inflama de cada uma ternura explicita de caráter e seu cada. Como fossemos DNAs que se intercalam na natureza de um amor vítreo que nasce no nascimento e cumula na morte cerebral nossa. E cada ser e certeza forjamos um crer e der que esse mundo nosso caótico se coaduna de corpos e mentes mais que expertos somos somados que as pessoas mais felizes do mundo e não se necessita ser rico para isso. E sendo síntese de um amor e convicto de um circular amor somos nós seres humanos capacitados de um ido tido que como saliência que o corpo nosso se retorce de maneiras verdadeiras que repassam pelas intercadências dos nossos corpos fazendo o nosso coração bater e rebater de modo a ligarmos a valência do medo como fosse uma ocitocina ao contrário pois ela é um hormônio do prazer e amor. E cada sente e rente o amor por nossos pares nos faz que querer ser sempre aviltante o corpo e mente nossos são apaixonados por nossos cônjuges. E quando nos casamos somos levados a defender a aqueles que mais amamos e dar até a vida por isso. E cada neste e crer que esse mundo nosso é querido e não nocivo pelos outros. Cada ser e querido por Deus somos nós um coração enternecido de verdade e coragem. E se você não se sente feliz hoje não se entristeça muitos estão assim por se ser. Mais faça o seguinte: coloque a sua situação não importa qual seja no colo de Deus pois o Pai sabe tudo o que você passa e o que você precisa a voltar e retornar a ser novamente feliz sem prejudicar aos outros irmãos. Você também é filho da fé e da paz. Não deite e acorde todos os dias antes de agradecer todos os dias pela sua vida pois você também faz parte da criação.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)