Carta sobre a nossa fé
São Paulo, 12 de fevereiro de 2026
Caríssimo e bom Teófilo o termo hoje defendido será fé e seus percursos na vida da humanidade. E semeamos cada urgência serena e face que o amor por nossos queridos e seres humanos se faz o amor e contumaz que o coração nosso pertence a Deus e mais ninguém. A cada distante aprisco que se geramos de uma intensa fé e com sua misericórdia que formemos o elo cristão de vontade divina e amorosa para com sigo e para com todos os seres humanos sejam homens e mulheres. E energecidos do amor divino de Deus somos nós um mundo plácido de seres humanos que rentes aos corações displicentes da fé e esperança somos o coração mais rente e quente que esse mundo há de houver e de ser. E cada esse ser humano passamos e de que cada amor e de dores que nossos pais passaram conosco quando ficamos doentes quando pequenos e quando eles velaram noites e mais noites de oração para que passássemos numa entrevista de emprego ou vestibular. Pois esse mundo nosso é de felicidade e amor e ternos e eternos o amor e seus mondareis de pazes se lugares. E se feres e deres que o amor e dores somos nós um povo e nação humana que precisamos aprender a perdoar a cada homem e mulher do profundo do coração. E cada cataclismo que sofremos as náuseas os corpos e mentes se sofrem já sozinhos. Pois ainda em pé sofremos os pecados e maledicências dos outros sendo amigos ou inimigos nossos. E cada paz e silente amor que devemos ter pelo próximo a fé e nossa autonomia se sugere ser superior aos nossos sentimentos. E não troquemos o amor pelo pecado mundano e seresteiro. Alimentando as vozes do passado de pé e sem fim nossos corações rumam sem fim em busca de um sentimento sem compassos de vozes mais nórdicas e forasteiras de nossos amores sociais e fomentais. E cumprimos um passo de guerras que sem louvar e amar e a Deus corremos o risco de estarmos afundando o barco da fé sem ter dado a marcha ré da fé como aprisco de um mundo sazonal e infinitesimal como dores de um parto. Podes se dirimir o amor de um homem por uma mulher se faz e das que tão difícil de que cada sol e sua lua nos pertencemos a esse mundo de vozes que correm numas contracorrentes de amores sem rumo no nosso próprio lar. E temos a própria tensão e de amores que o elo e mais caldo de chá que este amor nos faz ter de dentro de nós a imensidão de amor por nós e Deus. E queira mais e bem e cada dar o mundo nosso e intensifica que o elo mais deixo e madeixo somos o amor de Jesus dentro do nosso próprio e ínfimo ser humano. Bastante que sintamos a força desse amor intenso o coração nosso se inteira e fica como uma sorte que o mundo nosso se das e faz e esse povo que sorte e faz cada semente somos nós em um amor cristão. Veste e causa e ser nossa asa somos todos nós um mundo mais humano e querido pois nossa fé e é a mais linda de todas quando investimos toda a nossa energia de ser humano e divina criatura para mudarmos esse mundo nosso pagão em um lindo mundo de sorte e muita alegria para distribuirmos a nossos pais e mães e nossos filhos e filhas e vizinhos e parentes e amigos e podermos a medida do possível passar um pouco desse amor até mesmo aqueles seres humanos que menos tiver empatia. Seja você a fé de sua vida e de sua casa sempre e para todo este viver.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)