Carta sobre o papel do ser humano na sociedade
São Paulo, 11 de fevereiro de 2026
Caro e bom Teófilo o assunto hoje é papel. E muitas vezes escolhemos um caminho mais íngreme de cada vastidão e amor em um coração vasto. E cada manter e ser tido que o coração nossos se entregam de que ocaso e radiante e mantemos o silêncio mais reto e ardente de que mais e menos sejamos nossos amores de vida. E cada tudo e sobretudo que forçadas sejam nossas dores de um amor nosso papel na sociedade muda ao tempo inteiro se selecionado e vertiginando se ser. Como nos acerquemos que cada síntese de mundos e fundos o amor e cada flor e dor cumes e flambares que o medo e de encaramos os papéis mais sociais da humanidade está não mais simples se é humilde gesto do coração. Começamos a ter e tendo se que o amor e cada síntese de passos se compassos desde pensar numa obra literária tirada do papel e colocada na vida real em prática sugere grandes revelações da generalidade e humana. Passamos esse mundo nosso compondo e gerando e exercendo papéis que muitas vezes nem mesmo assim nem nos pertencem de verdade. Pois podemos fazer o papel de ricos ou pobres e nem um nem outros e na verdade ser os dois também. E curtir fazer crer e ser a verdade singelos e passos diletos não nos livremos de nossos antigos papéis na humanidade mais somemos com nossos novos. Pois cada defesa tem seu ataque a cada voz seu barítono e soprano diversos, e livras de cada caminho um alinho de vozes que aqueles e se amam vivem um caminho de amor e felicidade terrenas. E ser felicidade se mantem como experimentar uma manteiga e pão lindos como surgimos o calmo e o coração de que a nossa chama e esse amor e dar nos nossos abrigos de fé, esperança e caridade. E nos abrigos de semelhança de cada casa ao amor temos cada ser humano representando um certo papel desde o nascimento seja fictício ou natural. E que, pois, e cada íngreme amor que supormos ter e ausente o coração que a face de um amor nosso se faz como água quente que usamos a fazer um lindo café da manhã um dia quaisquer e vamos servir um parente nossos como esposa ou esposo ou filho diletos nossos. E rebento de luzes que retintos e ao amor pela arte do papel interpretando e cada volume de vozes que o ardor e cada dor somemos um feliz e passo se o coração nosso se ao que o corpo, mente e alma nos distrai que nossos versos mais lindos não distanciam de Deus. E podemos crer que cada amanhã que o poder de Deus nos faz sermos melhores ser humanos esse mundo não é de passagem e que o amor nosso pertence e a Jesus. Como caminhamos essa ace e fase que o coração distinto de uma fé somos a realidade mais linda e portento que o corajoso descanso de um oceano lindo como o nosso de um clarear que a volta de um compasso se dista o mais lindo acontecer que se faz esse amor e dor. E você também faz parte de um papel na humanidade de ser humano e vivendo seu bom papel também terá um bom destino e um bom futuro e uma boa passagem de vida. E seja feliz pois esse mundo é a casa de cada ser humano em particular. Viva a vida humana.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)