Carta sobre o termo ocaso
São Paulo, 10 de fevereiro de 2026
Caro e plácido Teófilo, no dia de hoje falaremos sobre ocaso. E que cada discernirem de pensarmos e concernirem que mesmo a melhor das maneiras de que somos e formos o amor pelo ser humano não é e não será jamais mero ocaso. E famintos de um desejo forte e querente que sejas somos nós esse mundo secular que desejamos ser como a outra pessoa mais para isso em vez de sermos igual ou melhor que ela pelas vias honestas a derrubamos e a destronamos de vias desonestas e irregulares até a vermos na lata de sarjeta e desonestidades. Pois existem muitos seres humanos mesquinhos que fazem de tudo a vencer nesta vida e até se apoderam do mal para vencer na vida. E cada saliência que certemos que o amor pode construir um grande império o ódio e a inveja podem até acabar com um lindo casamento. E vertemos a certeza que o nobre e mais rico um dia que vencendo de verdade e honestamente se deu em conta que seu caminho seguido em Deus e com Deus seu futuro na honestidade o levou a várias vitórias não precisando assim tirar do outro ou até mesmo destruir para este vencer na vida por e em ocaso. Com muitos homens guardamos os corações absortos e muitas das coisas que nos acontecem são graças a Deus nosso Pai e Criador. E é nossa obrigação ajudar a tudo e todos desde o homem mais pobre e humilde a dar até sábios conselhos mesmo a um rico. Pois esse mundo nosso é feito de humanos para humanos e não somos animais que sim amais sim racionais que esse amor nosso numa conjuntura devemos amar nossos inimigos não ao ocaso mais num amor reto e completo de verdadeiras criaturas e seres em Cristo. Tercemos a corrente de que esse amor nosso se faz que o coração nosso se deve apegar somente e a verdade e a caridade com muito amor e perdão no coração nosso. E que distância é essa que podemos ter e que vencer sobre tudo e todos isso não é pensamento dos filhos de Deus e sim do paganismo humano sedento de dinheiro e sem fé. E cada flamula e de que os nossos compassos idílicos que formamos um coração mais forte e jusante somos nossos e filhos e filhas do Pai Eterno e amoroso. Para que você se sinta apaixonado não ao ocaso mais sim ao amor terno e eterno somos nós o continente de pessoas que amam ou queiram no futuro amar o Mestre com todo o amor e entrega e final total. E sejamos de cada síntese e que dar e fé somos que como uma penumbra e de vasos de que uma fase que o amor e nossos orados versos interiores façamos todos os dias orações por nós e pelos outros sem desejar mal a ninguém e que o poder do amor divino nos transforme em corações maiores e mais benfazejos. Pois o distante já temos e o mais próximo precisamos se já alcançar. E que cada síntese mais frenesi e que esse amor e nosso nos faça entender que o amor e nosso nos faça e compreender o coração rebate e bate com um sangue renovado a cada segundo suas chamas de viver. E vivendo todos os dias não ao ocaso e sim ao corajoso sejamos arrependidos e de que a realização nossa e o corpo e mente tem-se de interligarem todos os dias de nossas vidas em busca de uma imensidão melhor e recôndita onde o amor humano nasce junto ao pôr do sol revalidando cada alma ao coração celeste divino. Termos uma chance de nos salvar todos os dias de nossas vidas.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)