Carta sobre a urgência do verso
São Paulo, 8 de fevereiro de 2026
Caro e plácido Teófilo o tema de hoje será urgência. Temos na sociedade sempre o coração e cada círculo de emoções adquirir em cada contexto do tempo os nosso conditos vazios de esperanças e vaidades. Pois cada vencelhar que derivamos e determos e cada uma alma se galga e faz convictamente como ervas daninhas de um ósculo santo e duradouro como mentalidade cerviz e dura como arpoador de pazes montanhistas. Como se cheios e de vozes que altercam de que cada volume de um ser e encher de corações se dar e calar somos o coração de amar. Sermos como seres e adultos dotados e de uma sinergia de versos de compassos mais nutridos de vozes mais ricas que únicas de um amor sazonal por Deus único que ninguém jamais copiará. Pois essa é a urgência nossa hoje a de crescer e de enaltecer esse amor lindo por Jesus que é incomensurável de umas prerrogativas de amores e dores que não terminam com a morte e mais sim suplantam com a vida eterna e assim a ressurreição e o coração de Deus ululando de paz e harmonia e a vitória sobre o pecado e a infelicidade nossas. E seguramos na mão de Deus e ele nos soergue de uma paixão linda e suave e nos reaver e leva adiante por um mundo de paz e amor e muita alegria por cada passo de fé com uma suma misericórdia e seu talento é infinito na casa de Belém. Como assim se ser que este mundo nosso se faz indagar a morte tem um fim mais a vida eterna é para sempre e o ósculo da verdade e vida nos soma um amor solidado e porventura de que o coração mais materno e eterno nosso se equidista de que as nossas palavras são chagadas de um amor lindo e manifesto a nossa alegria não é somente na passagem mais começa ainda aqui na paz do amor humano e divino também. Pois o coração mais humano e chagado se faz por nós e que a manteiga e o pão se unem num sabor lindo. Assim é o sangue e água de Jesus que morreu numa cruz e nos deu a vida eterna e seu corpo em remissão de nossos pecados e do mundo inteiro para sempre. E tocando nossos alabastros de uma força de que o coração é uma madeixa de corajosos se deixas que o corpo e mente e se faz e quisermos servir a Deus é de urgência fazermos isso chegar. E que, pois, o coração nosso se faz doer e conhecer o corpo da paz e castidade que o mundo nosso como acalanto real desse Deus de amor e fé o bom Jesus. E para quase tudo hoje em dia temos urgência e esse mesmo verter e ser que é o coração nosso é sempre devotado para vivermos uma vida sensata e melhor. E que fé e essa que não possamos levar e ela a outras pessoas sejam cristãs ou não nesse mundo de Deus? A nossa levedada força do pão do coração divino nos dar e cala que o coração de Deus é lindo e real e que este mundo nosso pertence não somente a Deus que é o Criador mais sim a todos que Ele criou o gênero humano com todas suas criaturas e seres a verdade seja apenas um pedaço do ápice ou seja apenas uma cereja do bolo que realmente conhecemos nesse iceberg que conhecemos de pelo o nome de planeta Terra ou humanidade. Você e eu e até o bom Teófilo temos nós três e todos algo em comum: somos todos nós seres humanos e não vivarmos em urgência mais sim em uma plaina paz de amor com Deus e com seu lindo universo e cada um em sua casa reze conforme sua crença mesmo que seja crente ou ateu.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)