Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

Carta sobre a economia

 

São Paulo, 30 de janeiro de 2026

 

     Caro e bom leitor Teófilo hoje o termo proposto é economia. Podemos ter e sentir no bolso quando podemos gastar mais um pouquinho no mês ou quando temos de apertar os nossos cintos de verdade. E querendo verter tudo a nosso encontro o poder de vastidão e corajosa economia que sejamos e enfrentamos e se seres e deres. Pois somos nós todos pedestres de uma via de duas mãos únicas e o amor e dor e de que os sucessos de nossas vidas também dependem do quanto temos guardados em nossas algibeiras como se dizia antigamente. E cada semente que altercamos e salientamos nosso horizonte mais honesto e se vindima se faz o amor e cada vestígio que somamos de que o coração apaziguado de frontes e contes somos nós o contato mais reto e benfazejo que se salienta de cada um lupanar de que a vontade de gastar é grande mais a economia deve ser muito maior assentida de cada veres. E serenes de que o coração se momentâneos se o colosso dos dorsos que afugentamos se idôneos um elo mais propedêutico de corações e vozes que a mente humana nossa produz todos os dias a economizar até mesmo naquela bala de mascar que custa dois reais por uma de cinquenta centavos de real. Centralizemos cada fronteira do coração apaixonado por Deus e seus versos econômicos de ver e ter que Ele não economiza nos milagres e nem costumemos na caridade. Pois seu coração é enorme demais e a vindima de sua alegria é ser e ter o homem o ser humano o homo sapiens como fortaleza serena e doce de seus sortilégios mais sortudos que o amor de Deus pela humanidade quando criada. E o homem desde quando criado criou a faculdade de economia mesmo que empiricamente o cume e sucesso de cada sentido que se centre de seu verso se nutre como mansidão que o amor e cada dor cada centavo e real gastos por nós hoje em dia no futuro se gerarão milhões em nossos bolsos. Porque e, pois, que o sentimento mais profundo e inóspito e se existe podemos ter e a certeza de que esse mundo inteiro é cognoscível e o caminho verdadeiro da vida se apresenta a nós todos os dias de nossas vidas humanas serenas e vastas. Como quando partidos desse mundo não levaremos nada conosco e o âmbar da vitória será nosso ver e poente mais digno de nossos passos mais duradouros e que mesmo a nossa economia de dinheiro essa financeira que tivermos feito a vida inteira a gastemos um dia antes o Criador nos chame a pátria celeste consigo. E cada sentido antes e depois de criamos nosso pé de meia e que o dinheiro não fala e apenas fala silêncio por suas dobras. Não façamos dele algo ruim mais sim um bem material lindo e benéfico a tudo e também a nós mesmos pois para quase tudo dependermos dele e assim o tornarmos nosso melhor amigo seremos e teremos além da família e trabalho e amigos uma vida em parcimônia real e sucinta o amor e cada serena vida teremos certa em alegria abundante e não precisamos cometer coisas erradas para florescer nossa economia. Bastando seguir a mãe natureza da economia seremos tão ricos que o mundo não terá espaço a esse sagrado dinheiro. Trabalhar e guardar e enriquecer e gerar eis o amor pelo ente financeiro.

 

                                                                                                                  Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)

 

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 30/01/2026
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