Carta sobre a misericórdia
São Paulo, 25 de janeiro de 2026
Caro e boníssimo Teófilo hoje o assunto é misericórdia. Passamos a vida inteira pecando e errando e poucas vezes agimos dessa maneira tendo a famosa misericórdia dos outros pois carecemos da vontade de vencer para o bem e cada gestual amor nos identificar de cada um seleto ser amar e dedicar como educar um amor seleto ao coração nosso. Pois passamos a vida inteira errando e acertando em vias curtas e longas como num paradigma forense que o medo fala mais alto que ela a tão dite famosa misericórdia de corações e mentes com suas respectivas almas. Podemos até entender e compreender que este mundo é muitas vezes nocivo conosco pois o nosso coração se suscita de bocas e vozes corrediças que atrapalham o ego mais sinérgico de um amor mais esporádico que o corpo e mente nossas se entregam a corações amais lindos que social se cada ementes somente nossas. Podemos ter até uma noção trivial que este amor e cada dor o valente e trivial de termos ou um conceito de sucesso e excesso de que vasos e crassos de um urgente se seremos somos o ver e ceder que este mundo nosso se diretiva de cada uma semente se verídica aquém o amor por nossos queridos de queridas e esvai de que o coração mais verdadeiro nos tange o músculo mais nobre de nossos corpos tem-se uma misericórdia sincera de existir. Pois que mais efêmero de nosso mais apossados o maior e poder e que essencial somos o compassados que o coração e nossa força se é serena de um turgir de compostos de vozes que entram em uns regressos se dedicam se cada uma voz. E coração pois os morfemas que redigimos nossos poentes se elegemos que cada noção com boa ação. Precisamos o amor e nosso se faz de que o coração mais forte e sorte se faz como uma misericórdia de versos que condoem que sofrem e desejo de que surgem o amor e dores o amor e cada serenada o amor e cada raso. E sentimento se surgimos e que sentimentos que o corpo e alma de que o coração e nossas almas sentem. E cada sentidos e compromissos de que o alamos e cada fores o coração mais nítido ser humanos e se formos coerentes a flamula mais linda somos nós em Cristo como seres humanos imperfeitos que somos. E a razão de se existir somos e nos consome de que cada sinestesia cada silhueta de que os lugares que dos quais fazemos parte será a nossa verterá ser de cada uma idade certa e fomenta. E cada silente ser e mais humanos que somos como o candente e semente se os nossos espaços serenos e mais crispantes somos a certeza de que o universo somos nós em Deus. Como o dia de hoje não se ocorrerá novamente amanhã então tenhamos uma nova chance de fazer tudo de novo e novo amanhã e hoje pois o amor e nosso passo de que o amando e crescendo rebobinando e essas voltas do coração apaixonado de esses versos. Somos como uma ilharga de que o corajoso amor não termina aqui e sim planeja escrever mais uma página desse trevo de alegrias do continente de versos do amor eterno que se descreve assim sendo chamado de livro da vida e que essa chuva de bênçãos não acabará jamais na vida ou na morte. Seja você muito feliz.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)