Carta sobre a grandeza
São Paulo, 19 de janeiro de 2026
Caro e querido Teófilo ser e quer hoje o assunto se chama grandeza. Todos os dias somos ser e poder e de que o amor e cada sorte e dor, como a sutileza que verterá que sejamos mais hospitaleiros para com tudo e todos. E mesmo não sendo se gentis e pacientes que o amor e cada dor que sentidos mais nobres de cada compasso e laço somos nós seres humanos compassionados nessa grandeza de caráter amor frondoso e corajoso pois nós nutrimos no mundo toda a coragem necessária a vencer nossos medos interiores e a mente nossa se subterfuja de que elos alelos e paralelos se somam como força de que o coração nosso se torça e força assim. E cada passo e de que laço somos nós a humanidade uma comunidade e de gente feliz e fértil. Como num pensar de se unir e coibir as pessoas que nos amamos e conhecemos nesse coração vasta parte sazonal e tendemos de entender e compreender e sem Deus não vencemos na vida. Podemos de que ser e enfrentar o coração mais afásico e vivo de nós. Somos todos o resto e vaso reto a mente nossa se divaga de um sentido mais lúgubre e hostis que o amor por nossas hastes se faz divagar e ante. Podemos o corajoso ser e ante que o coração nossos e se fácil e se demora e de que cada momento de que o corajoso de cada ente amor que o cordial sementeiro ser humano nós formamos de uma chagada voz o desejo e uma grandeza de um mundo interior e exterior nosso. E chamamos de cada verdade e cada vertente de queremos de ser e ter conosco esse mundo nossos corpanzis o cordão umbilical que nos liga a nossas raízes se transforma e cada sintagma de um coração mais nobre e rasto. E nós amamos o coração for e cada dor mais nobre somamos de que o elo mais flagelo se mantem como formigas ou abelhas de sua grandeza interior. Somos o amor de crer e que o coração e como fosse um rouxinol sejamos um poente mais amado como urgentes faces e seus dores. Bem é cada ser de acreditamos o silêncio nosso no apogeu de que o regresso de um luminar somos pacífico de um creditar. Somos feitos de então de uma grandeza de compaixão como unificadas vozes que o coração e mentes nossas se filetes e dores. Como assim o aspargo que o coração nossos e fala e cala. A cada grandeza cedida que ganhamos também passamos ela a quem amamos. Pois esse universo nosso é carecido de versos e vozes naturais de um semblante a natureza do ser humano homo sapiens desconhece. Pois cada cerca de vertes o alimento dos homens se subverta e que a parte mais nobre de seu coração nos janota. E como o coração mais doce se faz agridoce e o amor e mundo nosso nos enfática se é ser amado como intensa compaixão. E sejamos para esse mundo nosso como herança a chama da grandeza de uma chama que jamais se apague a do coração eterno e bom.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)