Carta sobre as recordações
São Paulo, 17 de janeiro de 2026
Caro e com um grande e bom humor Teófilo hoje o assunto também é quente e se chama de recordações. E mais ainda que não quiséssemos lembrar elas nos atormentam pelo menos uma vez na vida sim ou não alguma vez. E essa meandra voz que esse amor se doravante e se quicas que o mundo nosso se recorda ou avança sobre um assunto antigo seja do seu passado para relembrar ou do presente para não cometermos os mesmos erros passadinhos que se fizer e que o futuro seja muito melhor a todos nós. Poderemos sempre dialogar com nosso segundo eu a mente solitária a chama e manga que nós trovejemos o medo e o cedo nos dar chama de uma mor mais forte e sorte. Pois e sentimos que as recordações podem ser muito boas pois nos remetem realidades já compassadas e dilatadas que esse coração passou e este mundo nosso se colocou de maneiras de cada virtude e nossa como o vaso se cada amor um dia o vaso da alegria se quebrou. Teremos a fé e semeada voz e abarcou que o mundo nosso se teve e se subleve a nossa própria derrocada se faz e dar que o coração se dar e cara que o corpo e mente se sugestionam sempre melhorar a saúde do corporal. Crer e se ceder e este mundo nosso se faz e dadivas que o medo de cada chaga de que o mais aquém e de lindo somos nossos valores de cada amor e cores como uma camisa que usada diversas vezes se já teve seu uso propagado e feito. Como assim o coração e unção de uma felicidade e intensa e propensa nos faz conhecedores do medo e pecado como seres humanos irreverentes o ser e cada gelo que o amor e o cada dor de um corajoso se como fonte e vontade de que o sarar suas vozes e cada atores de um mundo dinâmico chamado e vida sugere que tenhamos pelo menos dois amigos em vida: um na dor e outro na alegria para que não capenguemos na fé e felicidade. E, pois, que o silêncio de uma ternura de que o ser e mais humano se dores e doentes temos nós todos em vida. E cada capacidade e o elo mais feliz e diz que tercemos o amor de Deus nos ovale e torce e cada salve. Pois o dizer que dia aquela recordação nos fez bem e o amor de Deus nos salvou da morte somos mais que reagentes de um plano divino e amoroso e se chamado de terna e eternidade mais humana e menos pecadora de dentro e fora de nós. Como assim o que o Divino Pai Eterno nos ensina diariamente é amar mesmo quando estamos equivocados com o próximo mesmo seja alguém que tanto amamos. Sejamos então como aqueles se faz de que cada cingir que o amor e cada página do inscrito no livro da vida sejamos ao amor eterno. Pois somos nós seres de cada sedenta alegria o passo e cada enlaço que o amor de um homem por Deus suporta tudo mais a única coisa que ele realmente pede e a Deus é uma: é que quando partir estar do lado do Pai Eterno por todos os dias de sua vida celeste eternamente até o fim. Podemos tudo mais que esse seja do lado de quem mais amamos, o bom Deus.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)