Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

Carta sobre o termo doença

 

São Paulo, 13 de janeiro de 2026

 

     Caro e bom Teófilo hoje tenho um assunto interessante a lhe tratar hoje e se chama doença. E seres e diversas outras serenidades de que o corpo humano se diretiva passamos pelo menos uma ou mais vezes na vida pela tão ditosa palavra doença. E somemos os remédios e vacinas que usamos os diversos anos decorrentes de cada uma de nossas sãs vidas que edificamos farmácias de corredores de doenças salivares e ágares. Pois o amor por nossas saúdes é intrínseco. Passamos a vida entre doença e saúde por todos os dias perpassantes de nossos elos audazes, e essa semente plantada por nossos pais no nascimento vertido e querido o nascimento se vertidos o amor por nossos corpos não é narcisismo e sim ventura de um grande amor e nascer. Para que assim a diversidade que o amor e cada dor e auferimos se o sentir e verter assim se breve idade. O poeta e o discente são nossos anteparos mais caros de mente. Mesmo que não corremos todos os dias para manter a saúde espaceada e linda mesmo assim passemos cada dia comendo alimentos mais saudáveis a nossos corpos e nos tragam alegria e boa fortitude. Pois o nunca é nunca e o jamais e jamais e assim não podemos nos ater e a essas duas palavras em nosso cotidiano. Cada ser que entende o sucesso de uma doença grave ser achada essa cura. Crer e ser que o amor e cada dor e somadas as coureadas vertentes que o amor por sermos saudáveis o elo mais fraterno que existe nos compete de que o coração mais ousado se mantem mais sentido e o outrem se faz como sem e bem. Sentimos o púlpito de um horizonte de que a doença existe e nós como seres humanos devemos lutar por um único objetivo o de vencer e a ela e que esse destino é grande e enorme o amor por Deus e nosso Pai nos cativa de uma enorme fronteira de um coração justo e nobre. E se esse interesse de amar a vida e se sentir os álamos de um âmbar sejamos mais profícuos de um amor mais sazonal e edificante que o mesmo amar e adocicar e este medo de ficar doente todos têm. Porém a audácia de um tumulto de algures que o amor e dor e se ser e crer. E pão e água de uma contagem de amores e doces a cura de uma doença grave se disporá que o coração nosso e se verterá de cada ventre como único na paz. E cada sedimentados o de cada decurso desse amor e chamado e se humanos demais somos nós seres humanos apaixonados por medicina e cada ventre oposto aos ideais mais humanizados de um ser humano apascentado por medicina e suas curas ideias. Seja a fronte e cada conte que esse desejo e ensejo e o amor e dar e dor. Como assim a enfrentar um povo pagão que não conhece a cura da doença enfrentada se retém que o elo e mais flagelo se contem de cada sentido mais sutil e nobre. Podemos mudar o mundo quando mudamos o paradigma da doença enfrentada. E se você está doente não fiques triste e a enfrente como amor e tenacidade e saiba e que você não está sozinho e existem outros como você em nosso lar o planeta Terra. Serdes felizes.

 

                                                                                                                  Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)

 

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 13/01/2026
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