Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

Carta sobre a amorosidade

 

São Paulo, 12 de janeiro de 2026

 

     Caro e beneplácito e bom Teófilo hoje venho lhe dizer um assunto interessante e se chama amorosidade. Pois sofremos e também nos alegramos por causa desse fenômeno dia após dia e noite após noite. E querendo dividir como você este tema tão ascendente hoje espero que o amor e a dor se sejam que o elemento chave de nossas tristezas seja a euforia e não a dirigir que o afagar que nos tornam capazes e de conquistar uma mulher e então namorar e depois casar e de ter filhos e sermos então felizes e retos. Pois a clemência que os deveres nos impões somos o compasso mais reto e dileto atraso e compraz. E sentidos o que alvitramos ser e ter o paciente mais íngreme o salvar as nossas mais lindas obras de cada amor e dor. Apascentados a amorosidade de uma inteligência e que o supra e sumo de que a nossa alma gêmea e nos remete o Criador sejamos e mais fluente e silente como lentes e cientes se o coerente passo do amor perdoador. Com discernir a paz e cada traz que o amor de cada um supor que o mais claro e calmo dos amores e dores somos os elos mais singelos e maternos de nossos pais e mães, serdes então como píncaros de cada fosses de doces como sinergias de que cada passo e dares. Somemos a iria e cume que porfia de um alastro o lentor e mais aquento esse passo e mais castro de que corações nossos se equilibram no amor e tormento de cada amor sazonal. E sem mentir a ninguém seja a Deus e ao próximo somos nós cativados por esse amor santo e sazonal jamais a terminar. E ferminas que o amor e mais belo horizonte se faz de que o elo e mais gelo de nossos compassos somos de cada intercenso o complicado se faz bom e o difícil se faz honesto. E a mansuetude se de cada amor e dor. Como antefiras de que o dizer e predizer somos nós homens e mulheres de Deus prontos a amar e se adquirir a amorosidade eterna e duradoura pois o coração não teme a reatente e difere o poente e cada osso do colosso se entrega o disposto. Basta o sucesso se dispor de cada ilharga que o coração nosso se faz forte. E crescendo na vontade desse Deus de amor e paz somos coligidas as crescidas vozes de cada passar e amar. Pois ainda o mundo é novo e velho e tercemos a vertente de cada elo passageiro de um lugar no táxi da vertente que leva seu corredor de vozes a um lugar mais terno e veracidade que o amor e dor somos nós todos seres humanos amantes da amorosidade. E se crendo num futuro esse passos e colossos que o amor e medo de ser feliz ao ardor e cada flor e que nasce no horizonte de uma mesma fé. Sejamos com o pássaro que voa centenas de quilômetros a procriar e quando nasce a nova estação lá está ele de retorno novamente cumprindo sua antiga e nova missão a salvação de sua espécie. Somos únicos pois o amor também o é único.

 

                                                                                                                  Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)

 

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 12/01/2026
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras