Carta sobre o tema tédio
São Paulo, 26 de dezembro de 2025
Caro e felicíssimo Teófilo hoje estou a lhe dizer e conversar um bom assunto e que acho que você vai gostar e se chama tédio. Muitos seres humanos passam a vida inteira se enchendo de várias atividades e seus aprumos mais o coração de um ser humanos muitas vezes entra em seus veres e quicas que se ainda consegue tempo a e se convier estar em tédio também. Pois o coração e almas de muitos se interliga de várias e descercas formas o amor por o próximo se não termos de coração aberto de verdade nos gerará de acordo com o tempo o tédio que é uma razão intercional camufla de várias e suma maneiras que somamos muitas vezes trabalhando a nós e aos outros mesmos e isso e se gera tédio por não invertíamos e inventarmos no dia e dia coisas novas em cada díspar de uma indefinição que cada passe compasso nos move mordei-a pôr nos sentimos inúteis e sem realidade passiva. E a chama desse amor e convicto combatamos ao tédio com todas as nossas forças humanas e divinas também. E mesmo sendo arrevesados de que o cumule o coração e força nossas se distingue o que o corajoso ser e mais humano se subterfuja como feras e belas o coração do tedioso se faz acetilas que o corpo e alma nossa se dogma. E como se conturbada o mentir e dizer a verdade se faz como discernir entre o caminho mais doce e salgado de nossas vozes guturais e fenomenais. Tendemos e de que umas questionadas fases de o lugar que sentimos ao amor pelo mais próximo. Cada irrisão e colidimos que com o mais próximo venceremos nossas partidas da fé e razão. Pois assim somos e Deus como uma forja se molda nossos passos que colidimos o nosso astro rei por exemplo o sol nos ilumina todos os dias como suas luzes irradiais e solenes de um passar lindo e sazonal. E o tédio não é uma doença e nem tampouco um defeito e sim um estado de espírito pois o podemos ter e a quaisquer momentos de nossas vidas humanas enquanto tivermos vida dentro de nós. E cada movimento se sereno e doce como manteiga e mel somos coração e suplente e ser o grande maestro que nos rege contra todo o egoísmo e falta de sentimos bons. Como o tempero suave de uma boa comida caseira é o amor e cada sabor. E cada seresta e metas de que sempre sentiremos o caldo e saciar o coração nosso é vertente o alimento da fé sim é nosso amo sazonal. Cada ser e mais humano saindo de um ventre de amores que se sentem o honroso que o coração e unido o amor e dor contra todo o tédio somos nós seres humanos. E sejamos coerentes o coração mais crescido na fé e seremos mais fortes e está passada voz nos alterca serena como o amor divino de um corpo com o amor de umas primícias se vossa sempre.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)