Carta sobre a caneta
São Paulo, 18 de dezembro de 2025
Caro e fraterno Teófilo no dia de hoje venho a lhe conferir e escrever sobre o assunto caneta. E esta incrível invenção da humanidade feita há mais de vários séculos foi sendo aperfeiçoada até chegar a sua fórmula atual. E esta tem sua forma acoplada que se derivada de ter várias cores em seus tubos. Pois com ela podemos escrever nos variados tipos de papéis em nosso cotidiano. E vertendo o sendo o mais astuto dos homens e o mais íngreme deles podemos descrever nossos sentimentos e adversas vozes com amor ou devaneio de versos encoures. E seguindo os exemplos de nossos seguidores e professores a caneta pode durar vários quilômetros de tintas. E perseverando no amor e audácia se esse par e amor nos atinge de um peristaltos que nos convença ela não é ou é. Pois o amor e ao ser que se substitui ela ainda não encontrou melhor nos trabalhos manuais se que existem colocar sobre os cadernos de escola ou faculdades hoje nos dias atuais. E cada conivente que sejamos amis escolares esse mundo forma e ainda também há de formar a cadencia de que o coração se subterfugia de corações passivos e ativos como celeumas de vozes e não se apagam mais continuam firmes na escrita. Pois que esse ceder e querer o mundo nosso começou com os antigos povos que usavam as tintas em seus manuscritos e davam toques de tinta usando penas e pedaços de madeiras finas imitando as nossas canetas atuais e estas foram se desenvolvendo até tomarem suas formas atuais nas últimas três décadas passadas aqui no Brasil e no mundo nosso na humanidade. E persistência e esta nossa o coração e nosso passe que o mundo sem a caneta seria pagão e inculto hoje em dia. Pois com ela seremos e somos cultos e mais inteligentes e crescemos em graça e saber e todos podem se desfrutar e usar dela até mesmo os deficientes podem usar canetas adaptadas para os visuais para se comunicarem com o mundo. E isso é lindo demais. E temos também canetas atuais que trabalham com IA e que servem até como calculadoras ou redutoras de gordura atualmente e que o futuro das canetas somente está avançado cada vez mais com novas funções e metas sazonais a nós seres humanos podemos ser cada vez mais úteis com ela e separados nunca mais. E cada ser humano descubra qual nova função a caneta possa fazer na nossa vida e do ser como criatura tende a evoluir cada vez mais no opúsculo amor de cada ser humano como vossa alegria de paz e como sinergia de um coração e reforça se nossos passos rebatem forte como uma sinfonia que não termina mais. Pois temos de discernir o amor de nós pela humanidade não acaba aqui o andor que temos de ter e esse amor e cada ardorosidade que sermos mais serenos e doce. E não terminemos esse assunto sem dar um autógrafo nos laços de nossa mansidão ao poente de cada uma emoção.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)