E comece este termine o coração e dorso o corpo emergencial que sofismas nossos se querer e ancorar o soar como modelos de sazonalidades que nossos ventres o medo de perdemos a felicidade se faz de que cada verso e reverso nossos se equidistam de cada um amor sonete poente como válvula de um lindo amor poético. Pois este mundo é passageiro e nós passamos e o mundo continua em pé e fé. E cada acreditar que selemos a tangência de nossas pazes se faz como um ambivalente que surge do poente como têmporas de um discerne. Queremos ser mais humanos saber e fazer o bem de cada uma sinuosa fonte de corações apaixonados por um Deus de um intenso amor mais forte que a morte e esse amor dura para sempre. E esse sempre somos nós.