Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

Carta sobre a serenidade

 

São Paulo, 24 de novembro de 2025

 

     Caríssimo e boníssimo Teófilo e hoje me refiro a ti como forma alegre e passiva de entender esse assunto de hoje: a serenidade. Como somos nós seres humanos um povo que se regimenta em amar e também um grande aprisco de corações e chamas dantescas e refrigeram nossos poentes sociais. E medimos muitas vezes as pessoas pelo cacife que se tem. E não compreendemos o verso e adverso nosso se faz numa cotangente o mundo foi feito a nós servimos e não ele a nós. Pois cada baluarte e de sermos corações irizados e mesmo não tendo ou não serenadas forças a se viver em paz com os outros seres humanos somos nós reflexos de um amor sazonal e reflexão também e ser. E como o amor e sabor e de nós todos como categoria de como fosse um asfalto se coloca por se substituir em breve sejamos também uma caridade que se faz e dura por um breve tempo solene. Veste e serene e face sejamos como um tríplice amoroso força o amor pode nossos próximos se faz equidistante como um aninho e vinho novo se saboreia depois do velho e antigo. E cada uma face se dores e pores os seres e também deixares o mundaréu serenado e passo somos nós esse mais reto e compassado ser o coração ser que o corpo mais reto e serenidade e ser o corajoso ser humano demonstra quando a vitalidade se supões ser. Tenhamos e sentir esse compasso como fosse um instrumento musical que tocando corretamente seus acordes e tablaturas e cifras se compõe uma linda música e sucesso de ser. E precisamos de que ser esse passo e a serenidade de cada homem e mulher e pediríamos e ser e cometer nossos bifurcados serenos e dores somos os nossos elos e paralelos seres. Parte de que o silêncio serve como diapasão de nossas dores. Crescemos de que esses sonos metálicos se nutrem de versos e belos como impares seres humanos que buscam simplesmente o próprio ego. E que ter o ser e mais capacitados e a fomenta ser e esquenta ser e defletida ser que o amor e dor somos nós o mundo excêntrico que surge de um ardor e nossos versos se que este amor nossos se surge de um anverso e o amor e cada sabor de um suco saborosos se foge de um ser como alforja de que cada sobra. E pedimos que saber e este amoroso e sermos o mundo nosso humano se faz como um refrego e de que cada serenado ser tendencioso. Ser de uma inventividade somos nós o serviço de o propender o semear sejamos ser que o amor pela humanidade se faz como lindo sintagma. Ser de uma serenidade se faz de como o lindo amor de que cada palavra vossa. Sendo amor como ser o ser humano se faz de que cada ser se faz como semente que fortalece e dá cem por um como seus frutos.

 

                                                                                                                  Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)

 

 

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 24/11/2025
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