Carta da alegria serena
São Paulo, 28 de outubro de 2025
Caro Teófilo venho lhe dialogar nestas poucas palavras que o amor por Deus ainda é grande e a distância que tomamos todos os dias e ensaiamos os espaços sociais e a vindima social nossa de verter o que é mal em bom surgimos em cada um continente sereno e certo como real. E pertencemos a esse poente e ministério o amor de Deus por nós se adianta o alimento nosso de cada dia se faz como recorrente devemos reta e mentalidade mente amar ao próximo como a nós mesmos. Não compreendemos mesmo assim o divagar e pomar de corações chagados de um verso nobre surgimos assim de um espaço mais interior. E queremos ter a audácia que devemos amar uns aos outros como a si mesmo. E tempero e cada si digestivo amor e cada dor que os enfrentamentos de ideais e ideias também somos nós como companheiros de uma mesma batalha imersiva. E podemos ter a audácia o amor de Jesus nos une em um signo maior e ido como compromisso que o coração e unção de todos nós cristãos e não acometer nossas flamulas mais honestas e dignas e de um mundo mais sereno e vasto, começando que o mundo nosso pertence a uma mesma fé e caridade. E cada sentido verossímil que distanciamos nossos passos mais retos e confusos que este mundo nosso ainda tem jeito e nós fazemos parte dele ainda. Conhecemos a nós a cada ser humano por primeira pois a singeleza somos como fórceps e dotalizamos o mundo e a nossa alegria sempre que quereríamos ter a espacialidade de um coração e cervical de este mundo nosso pertence ao criador e não somente nos seres humanos passivos e poentes vorazes destes nossos compassos irresolutos. E cada cerco e de poentes que acreditamos o sono e cada sentido o caminho mais comum o lustro que os nossos passos se essa vindima nossa não morre e apenas transforma e de um corpo humano a uma alma divina para os que creem na vida após a passagem. Podemos ter a realidade o nomear que diremos esse mundo de creditar que nossos números de vozes se eternizam se fazem e quimeras o nosso presente se constrói baseado no amor, e como computar sentimentos mais nobres o coração nosso se edifica num silêncio vozes interiores chamadas de psi.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 28/10/2025
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