Carta da mansidão
São Paulo, 26 de outubro de 2025
Caro Teófilo, desejo desabafar e através dessas palavras o quanto estou apaixonado por ela aquela doce mulher que me tem investido na cabeça todos seus doces colóquios que me inebriam todos os dias desde que nasci. E que cada nascente e de um vivente amor e solilóquio e deste mundo nosso social em que investimos nosso tempo e amor sejamos mais pacíficos que este mundo nosso trivial se chama de ardor. E como seres mais intrínsecos se desejarmos o amor mais puro e lindo. Cada ser o amor e cada dor nos desfrutemos de cada alimento saboreado de uma fruta mais ainda melhor o que a outra como fosse uma framboesa singela e doce edificamos um poente melhor. E decidirmos um nutrir mais forte e robusto de nossos passos surreais, e sejamos como o coerente mais passos de que cada lastro cada amar e domar se o emundado ser paciente e se querer o céu e terra nos dominam eternamente. Pois ser e um louvor mais reto e paciente some e tome nossos mais modestos singelos que fossem somam nossos equidisto mais singelos e doces. Pode ainda um combustível dourada ser e querer este mundo nosso é dor e calor. E situadas e diuturna que sorvetinho o corajoso mais passado o nobre amor esse recente que nossos poços e não mais doentes jamais, assim não queremos prejudicar ninguém mais caro Teófilo pois ser seguro se interliga de uma figura de passos coerentes que nossos amores mais irreduros que contem grande gama de amores. Pois ser cada amor e cada andor que existimos somos nós pacientes sem médicos nesta vindoura luta apassivadora que se chama de humanidade. E cada sentir que mais humanos e sejamos que o odor e seja se de uma capacitada voz que originamos de nossos passos seriais queremos se de que o coração nosso busca uma só voz em busca de um perdão sem silêncio remoto de verdade; e essa sinestesia de coração surgia o corpo e mente humana se faz e o coração nosso se apodera de um poder sobre-humano saber chamado de coração. Pode o homem retornar a se chamar e de homo sapiens evoluído mais essa chantagem nossa não fura bolos e não dura mais do que uma noite de corajosos luares.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 26/10/2025
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