De cada amor amado
O não poder se repensar,
Horas que se faz propor,
Como assim voa a condor,
E o nó do tremulo aguisar.
De cada amor um amado,
De passos de um sério,
De madeixas de colírio,
E de ventos de alado.
De adiante um versículo,
O amor de um vítreo,
E companhia o seu ígneo.
De vozes de um músculo,
Como o remisso o cerne,
De casa e todos os se irmane.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 23/06/2021
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