O crer e o crescer
O resto do sua padiola,
Cada verso se escola,
E passar daqui fervê-la,
Quando abastam fila.
O crer e o crescer de nós dois,
O arroz fica para seu depois,
O resto vem de seu conivente,
Seja para nós toda a gente.
O reto e o arroto de prazos,
Com casa e todos os uns arrasos,
O senil de um ser ventrudo.
Assim o medo já o querido,
E todo o bem se cometido,
E calado se nasce mudo.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 31/03/2021
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