O cerne ser
O quer se padece continente,
O medo de não vencer o medo,
Pois corremos todo o cedo,
E passarmos como vente.
O cerne o amor libertino,
E de quando formo pequeno,
E cada outrora virginal,
E fazer do elo algo real.
E cada mulher sensata,
Se ora com a paz grata,
O esse sentimento ardoroso
E sabermos com seres e amoroso,
De cada virgem um ser humano,
Como conduz se for cada plano.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 18/10/2020
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