E cada vontade serena as dores
O coro e a orquestra se vivem,
De cantar e por lá se cantarem,
E sentirmos como os inversos,
De palavras bem ditas e versos.
E cada vontade serena as dores,
E animais são nossos calores,
De simples são nossos ventos,
E muitos ficam dentro conventos.
Se ronronares como chagas,
Evitando toda suas pragas,
O pecado ter-se o fim.
Ela o ama até o enfim,
Como ondas nós andamos,
E pelos vastos campos.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 04/10/2020
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