O poente vertente
O pedido dela o amor e visionem,
De cada hora como repaginada,
E caatinga e pantanal emocionem,
E cada vontade de cada amada.
O poente e de um delírio,
Fazer e dela doce colírio,
E colocar nos olhos tudo,
E saber como fosse mudo.
A poente vertente sinceridade,
O crescer era como aquiescência,
De ser como a salamandra covarde.
De morares em um lugar ermo,
De ter evidencia e de alegria,
E de por o bem a mesa termo.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 11/09/2020
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