De cada fez
De cada ombro se conduz,
Ser felicidade de antemão,
Ser como fosse tua cruz,
E adjacente contra a mão.
De cada fez como outra vez,
E ser amigos como desfaçatez,
E ser miúdo de uma miúdes,
E contar de uma nota dez.
Sermos paginadas forenses,
A abdicar como os seres,
Somos ombro de mães e pais.
De caatinga e de seu cerrado,
Mesmo amando pai amado,
E seres como seres os ais.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 28/08/2020
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