O continente
O crepúsculo serena voz,
E cada voz que se antagoniza,
Esse amor de cada um nós,
E de fazer passar a coriza.
O continente de suas moras,
De fazer correntes longas,
De páginas de que demoras,
E fazes e se esperar oblongas.
De cada moveres e do chão,
Como dizer sim e também não,
De cada vontade de serenidade.
De cada vida tem um continente,
De todas as iras e de cada esse quente,
De cada fazes de quem idade.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 04/08/2020
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