O coração versado
O querer de cada ser presente,
De cada ora se faz se porvir, ser,
E como o amor mais sapiente,
E como o sonho de se incender.
O coração de uma anestesia,
Mesmo o relvo dos lugarejos,
E simples como o ser queria,
E ver-se como serem os brejos.
De cada dedicado o persecutório,
Mesmo o sentido vivenciado,
Como sentir dor no consultório.
De como a de jusante um notório,
As passagens são a elucidado,
De padecer oram cada palavrório.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 26/07/2020
Copyright © 2020. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.