Como o semblante dói
De cada mover de intrínseca,
De Carl até Freud se assume,
De todos os versos de seu cume,
De palavras gratas de seca.
Como os semblantes de dores,
Como dói pancada na cabeça,
E simples assim as dores amores,
E um pedido de ser se peça.
Com o semblante de um pai,
E cada palavra voa e sai,
E educados serenos versos.
E de relapsos de memorias,
De que os sentidos escórias,
E de calar como seus diversos.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 25/07/2020
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