Olhos tangentes
Ele queria se tornar sacerdote,
De alegria de amor fervente,
De dar o coração para sorte,
E ser ombro de paz quente.
Olhos tangentes de ternura,
De ornar o corpo em colapso,
E direcionar de coração lapso,
Mesmo o sentido de candura.
Olhos que se faz que corram,
De sabores de maracujá fazem, somam,
Ser movimentos de cada ser.
Transparentes é crer e verter,
De horas oram sagradas e irem,
De momentos de se surgirem.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 23/06/2020
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