No corpo a paz
O coração de um ser virgem,
De corredores e se vertiginosas,
De colidir como que atém,
E unidos como e as nossas.
Nos cata-ventos de rouxinóis,
De lembrar como que sóis,
E pela palavra o medo vencer,
E ao amor tudo se pertencer.
Maestro de corpo salgado,
De idílios versados alado,
De um sereno amoroso.
E de um era glamoroso,
De frondosas vivenciadas,
Hora agudas se às criadas.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 21/06/2020
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