No cerco do sentido
O embolo de seus medos iam,
O gesticular verbo que lutam,
E nesse mesmo ser viam,
E todos os ermos pecados curam.
No cerco do sentido pecador,
De motivares eres doravante,
De não ser mais que a dor,
E fazer dela verso guia-te.
O corpo de um soneto,
De mais lembrarmos sons,
E latentes seres cons.
De virar e seres livreto,
De coração de somente,
De ocasos de que gente.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 04/06/2020
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