Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

O corpo de vetusto
O silêncio de que aziagos,
De oras de que nos honramos,
De olhadelas de que aspargos,
De olhadelas de que e somos.

Corpo de vetusto de um fim,
Mesmo o medo de ser febril,
De correr como até o abril,
De mais ainda que o assim.

O ocaso de uma sã natureza,
De cada homem e cada mulher.
De ser assim como que reza.

Como corpo de uma colher,
Como o copo e o seu garfo,
Pareando como seu arfo.

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 16/05/2020
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