O sino de paz
Com o sentido de que se serves,
De palavras doces e se ternas,
E de sentidas sonatas entregues,
De saber correr o que externas.
O sino de paz e sermos cativantes,
O silencioso maior os altares,
E surgindo com fosse aos mares,
E não correndo como fosse antes.
O sino de paz de que necessitamos,
De outrora de vezes e formes,
De assim serem passos disformes.
E conquistamos e as nossas fontes,
De oblações e em fontes e errares,
De assim o medo com assistamos.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 11/05/2020
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