O pedido de fé
O soneto tem uma palavrinha certa,
De amar como uma voz singela,
E o medo de estar como aperta,
E o mesmo assim que se anela.
Indo ver o seu pedido de fé,
Derivadas suas vozes andantes,
E sabendo correr também de ré,
Renascendo de seus seres andares.
O pedido de um ser só pecador,
Como afluir sementes e candura,
Amar virou uma voz de loucura.
De fazes semblantes de nascente,
Ia a correr como fosse aquiescente,
Limitando ver como todo o sabor.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 10/05/2020
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