O ver o amor
Quando o servo de um pequeno,
Se fizerem vozes que se surgiram,
E com amor maior lhe aceno,
Assim o medo de ao fugiram.
O ver o amo da sua redondeza,
A elegia de uma terna sinceridade,
E amar como fosse à mãe natureza,
E sempre sentir uma sã liberdade.
O calor mais humano que quer,
De cada momento se trivial,
E saber fazendo ser inaugural.
Ainda que venham e o se ser,
Somos como cachos de uvas,
O amor dela e certezas curvas.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 30/04/2020
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