O silêncio justo
O coração e se mostra ser inverte,
O perdão que se mostra verte,
Lentas coragens toda a sorte,
De fazermos mais cada foi norte.
O silencio que é justamente,
De serenas que suas vozes,
De estar como ser diferente,
E degustar como forem nozes.
O silencio somos como justos,
De raiar com que os inclusos,
De fazer o amor que retumbante.
Andando com seu ser diamante,
E de ele se amar com simples,
De somarmos com que viés.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 18/03/2020
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