O perdão semeador
O corpo que se anestesia,
De coragens e de palavras,
Somos como que lavras,
De palavra doce esguia.
O perdão que vem semeador,
Viu-se de alegria e na dor,
Esmo esse semblante guia,
De conivente saudade diria.
O perdão que se volta,
De lenta e sua resposta,
De corpo e mentes sãos.
E irradiar como quem mãos,
Rabiscadas no seu metal,
De fazer aqui e lá anormal.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 08/03/2020
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