O amor de fronteiras
O sono que se faz adestras,
De riqueza que suas fronteiras,
De sentido que são amores,
De suas vidas em clamores.
Ao amor amando que ademais,
Do surgimento que se dedicam,
De um amor que se paz mais,
De sentido que se dão arrasam.
O amor com sua paz singela,
De correr como quem anela,
O amor que tudo se confronta.
E na mansidão que tudo conta,
Lá no horizonte que mentes,
De correr e ceder os quiser. Entes.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 25/02/2020
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