Soneto de assiduidade
Fazendo que suas longas madeixas,
De penderes que o amor que queixas,
Assim o amor que não se ameixas,
De lugares que não se deixas.
Sonete de fiel a ti assiduidade,
De lembrar os velhos sonetos,
De corromper como vetos,
De corre com que se idade.
De assiduidade que valem,
De creditarem e que somem,
De cordialidades dedicadas.
De um arrimo que aladas,
De balizas e dores suportadas,
De verso que se são amadas.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 09/02/2020
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