Como somos
Calejados que versos os doem,
Assim suplicio de seus amores,
Como somos de que coem,
De sinestésicas dormida dores.
Como somos que a realização,
De descalabro seu ser coração,
Como uma prisão de ventre,
De almejar quem fosse entre.
Como somos o assim fosses,
De alimentar vozes que foices,
De alienar uns versos cismáticos.
O mar amor que os bens ciáticos,
De voltares que tua sã colocação,
De amar o amor que faz a realização.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 24/12/2019
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